terça-feira, 7 de maio de 2013

O futuro, a nós pertence.

Outro que achei num dos diários que, pela data, retrata a fase de uma grande paixão ou quando eu ainda acreditava nela.

       Eu te amo. Quem ama quer bem. Te quero bem. Eu te quero. Te quero aqui pra sempre, mas se não der pra ser assim, eu só te quero o melhor (ou mais que isso). Quero que, se não estiver ao meu lado num futuro distante, esteja cercado de pessoas que te amam e te protejam. Quero que tenha muitos filhos e que fique louco com as fases de cada um. Quero que saiba o que dizer quando um deles perguntar sobre o primeiro beijo ou a primeira vez. Quero pra você uma casinha amarela com jardim na frente e um cheiro de lar doce lar.
        Desejo a ti uma vida cheia de compromissos, dos quais você goste (e não goste também) e que num domingo a noite você lembre de mim com devoção e resolva me ligar pra lembrar o quanto era bom não ter nada pra fazer. Quero que nos encontremos e corramos na rua, tomemos sorvete, cantemos música com uma guitarra imaginária em cima do sofá, igual fazíamos há uns anos atrás, quando nossa única preocupação era pensar se estaríamos perto no futuro.
     E mesmo se não der pra você me ver num final de semana qualquer, quero que você lembre, ao escutar uma música de um show que a gente foi junto, do quanto eu amava todas as histórias que a gente tinha pra contar.
      Quero (tanta coisa de) você, que meu medo de te perder pra sempre e torna maior que qualquer coisa. Enquanto penso nisso tudo, engancho seu dedinho no meu e faço você prometer que vai estar ali quando eu mais ou menos precisar. Você não percebe, sorri alegre, sorri triste, sorri pra me ver, sorri por me ver sorrir.   E a gente vai por aí se sorrindo.

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