"Tábatha princesa,
Sei que você não queria receber ligações/mensagens de ninguém, mas não dá pra deixar de lado o momento em que você veio ao mundo.
Você é uma linda de um coração imenso. De um cabelo maior que o rosto e de olhar assustado. De dentes que dá vontade de sorrir junto. Você tem seu jeito de menina encantadora que não se perde em suas diferentes faces. Essa é você! Que se desdobra em várias, mas que nunca perde essa essência de menina, e, por favor, não a perca e não se perca. Ou perca-se! Perca-se dentro de você! Perca-se dentro da sua genialidade e curiosidade! Perca-se diante do que o mundo tem a lhe oferecer, mas volte, se ache, ache o seu caminho depois de ter provado de tudo.
Não dê ouvidos aos que não te amam, mas saiba reconhecer as doces palavras de quem te ama. E não os ignore, eu só te peço um presente (eu sei que o aniversário é seu, porém quero esse presente): não deixe que eu e os outros deixem de te ver sorrindo, assim, sendo bem clichê mesmo, mas é o que nós precisamos: te ver bem. Fica bem!
Raquel."
Uma carta que recebi, junto com velas acesas num bolinho e uma rodinha de amigos no chão da faculdade. Sabem como atacar a minha sensibilidade.

